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«O querer, e o poder, se divididos são nada, juntos, e unidos são tudo. O querer sem o poder é fraco, o poder sem o querer é ocioso, e deste modo divididos são nada. Pelo contrário o querer com o poder é eficaz, o poder com o querer é activo, e deste modo juntos, e unidos são tudo.»Padre António Vieira...

Title : Granta Portugal 2: Poder
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ISBN : 9789896711931
Format Type : Paperback
Number of Pages : 299 Pages
Status : Available For Download
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Granta Portugal 2: Poder Reviews

  • Teresa Proença
    2018-11-02 13:26

    O segundo número da revista Granta está subordinado ao tema: O Poder.Por cerca de trezentas páginas, estão distribuídos textos de vários autores - mais ou menos conhecidos - e um ensaio fotográfico.Todos os textos me aborreceram e nem sequer um consegui ler em condições. As fotos, de uma manifestação e respectivos actos de vandalismo, dispensava vê-las; não acho bonito ver gente a sangrar, a roubar, a destruir,...(afinal, também, por isso deixei de ver televisão.)Resumindo: gostei muito pouco de pouca coisa além das ilustrações de Afonso Cruz e da seguinte "Breve Nota" de Gonçalo M. Tavares:"Precisamos de culpados e felizmente por isso existe o mundo. Nós somos a vítima; o mundo, o culpado. E parece sensata esta decisão, vinda de quem vem (de nós, é evidente).Quanto ao mundo, ao vasto mundo - a sua dimensão não lhe permite assumir-se como vítima. Óbvio, também."

  • Victor Hugo
    2018-11-05 11:10

    Há textos melhores que outros, sem dúvida. E aqueles pelos quais eu salivei mesmo antes de os ler, foram os que menos entusiasmo me ofereceram. Uma lição no mundo da literatura que eu aprendi. Uma aprendizagem que tenho vindo a vincar mais e mais. Neste conjunto de texto da Granta Portugal 2: Poder, destaco em primeiro lugar o texto maravilhoso do indiano Salmah Rushdie, "Mas já nada é Sagrado?", que é um hino, por assim dizer, à literatura. Um texto em forma de ensaio que nos leva por dentro de várias reflexões, não só sobre literatura, mas também por outras vertentes que a ela vão dar. Ainda agora este texto ressoa em mim. Mas nesta Granta Portugal são as narrativas de viagens que se destacam, seja em Cuba seja nas Filipinas ou no Haiti, elas mostram os conflitos do povo face ao poder, ou como ele, o povo, domina o poder. Não posso deixar passar a interessante correspondência entre o Jorge de Sena e o Carlos Drummond de Andrade, e também o ensaio fotográfico "São Paulo 2013", de João Pina. No final da leitura senti que valeu a pena ler esta edição da Granta, pela qualidade e pelo sabor da descoberta de novas leituras.

  • Luís Paz da silva
    2018-10-22 10:10

    Hesito em considerar este segundo número da Granta lusa melhor do que o primeiro. Talvez sim. Acho-o sem dúvida mais equilibrado, por isso talvez seja efectivamente melhor. Pontos altos: Hélia Correia, James Fenton e Martha Gelhorn. Confirmaram, em muito bom nível: Esteves Cardoso e Ishiguro. Decepção maior: Agualusa (que raio é aquilo?). Não gostei (mas há aqui marosca, porque abomino a Senhora): Luísa Costa Gomes. Gostei ainda de ler o texto do Rushdie, que aparece mencionado na sua auto-biografia "Joseph Anton". Ganha volume e densidade conhecendo-se o contexto em que foi escrito. Boa edição, esta Granta 2. Venha daí o terceiro número.

  • Miguel
    2018-11-02 09:26

    O nível mantém-se, em relação ao primeiro número, sobretudo por causa do artigo com correspondência inédita trocada entre Jorge de Sena e Carlos Drummond de Andrade. Entre os artigos de autores estrangeiros (4 em 12, descontando a introdução, a correspondência JS-CDA e o ensaio fotográfico de João Pina), o meu preferido foi o de Kazuo Ishiguro, sob a forma de uma memória de infância. Quanto aos originais em língua portuguesa, destaque para os textos escritos no feminino: Luísa Costa Gomes, Ana Teresa Pereira e Raquel Ribeiro; decepcionantes os textos de José Eduardo Agualusa (apesar do título feliz, O Bom Déspota) e de Miguel Esteves Cardoso (lista completa dos autores, na página da revista).

  • SóniaTeixeira
    2018-10-22 11:00

    love it ^^

  • Margarida
    2018-11-05 13:07

    excelente, apesar das duas últimas histórias não me terem cativado tanto como as outras.

  • Olinda Gil
    2018-11-06 06:18

    Destaco a correspondência de Jorge de Sena e os textos de Ishiguro e Ana Teresa Pereira

  • Jon Marx
    2018-11-13 05:56

    O texto de Martha Gelhorn vale o preço da revista. Também gostei de Ishiguro. O resto passou-me ao lado.